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5 erros comuns dos médicos nas redes sociais

erros comuns dos médicos nas redes sociais

Segundo a pesquisa TIC Saúde 2023, 82% dos pacientes brasileiros usam a internet para buscar informações sobre saúde – e muitos tomam decisões com base no que veem nas redes sociais.

Esse dado mostra que não dá mais para tratar a presença digital como algo secundário. A forma como você se posiciona nas redes pode impactar diretamente na construção de confiança com os pacientes e na reputação do seu nome profissional.

Neste post, reunimos os erros mais comuns cometidos por médicos nas redes sociais e o que você pode fazer para evitá-los. Continue a leitura!

#1. Ignorar as regras atualizadas do marketing médico

A Resolução CFM nº 2.336/2023 estabelece parâmetros claros sobre o que pode ou não ser divulgado nas redes sociais de médicos e clínicas. Ainda assim, um dos erros mais comuns é simplesmente ignorar essas diretrizes.

Veja alguns pontos fundamentais sobre as diretrizes mais atuais de publicidade médica:

Ao seguir essas orientações, além de se proteger legalmente, você transmite mais credibilidade, ética e confiança ao público.

#2. Ser resistente às novidades das redes sociais

As plataformas mudam rápido – e resistir a essas mudanças é um dos erros comuns dos médicos nas redes sociais, uma vez que isso pode deixar seu perfil desatualizado. Mas calma: isso não significa que você precisa sair correndo para criar um perfil em toda nova rede que surgir.

O ideal é acompanhar as novidades com senso crítico e avaliar o que realmente faz sentido para a sua prática. Nem toda tendência vale o seu tempo, e abrir mais um canal quando você mal consegue manter o atual pode acabar virando um problema a mais.

Vale muito mais investir com consistência na rede onde seu público já está e onde você se sente confortável, do que tentar abraçar tudo. E se você não gosta de aparecer em vídeo, tudo certo: explore outras estratégias, como carrosséis educativos, bastidores em fotos, depoimentos em texto ou posts com boas legendas. A chave está em adaptar a linguagem da rede ao seu estilo e manter o foco em entregar conteúdo acessível e relevante.

#3. Não ter constância nas ações

É comum ver perfis de médicos que publicam uma vez por mês e depois desaparecem. Mas a consistência é um dos pilares para construir autoridade digital – e para manter a lembrança do seu nome na mente dos pacientes.

Ter um calendário editorial ajuda muito nesse processo. E aqui entra uma aliada que tem ganhado espaço: a Inteligência Artificial. Ferramentas como o ChatGPT e seus concorrentes podem ajudar na hora de gerar ideias, montar um cronograma e até rascunhar legendas. Claro que a IA no marketing médico não substitui o seu conhecimento técnico, mas podem dar uma força quando a criatividade estiver em baixa ou o tempo apertado.

O ideal é manter uma frequência que faça sentido para sua rotina. Pode ser uma ou duas vezes por semana – o importante é que seja sustentável. Melhor publicar menos, mas com estratégia, do que tentar seguir um ritmo que você não vai conseguir manter.

#4. Seguir modismos

Dançar em dublagens, usar memes ou fazer paródias só porque “está bombando” pode soar forçado – especialmente se isso não tem nada a ver com a sua personalidade. E a verdade é que o público percebe quando o conteúdo está desconectado do profissional que o produz.

Mais do que surfar na trend do momento, é importante manter coerência com o tipo de imagem que você quer construir. As redes sociais devem refletir quem você é como médico, não apenas repetir o que está em alta.

Além disso, vale lembrar que a nova resolução de publicidade médica proíbe qualquer prática com caráter sensacionalista ou autopromocional. Então, mesmo que uma trend viral pareça inofensiva, ela pode não ser adequada do ponto de vista ético.

Antes de aderir a uma trend, pergunte-se: isso tem a ver comigo? Vai contribuir para a imagem que quero passar? Vai ajudar ou confundir quem me segue? Se a resposta for sim, ótimo. Se não, tudo bem passar essa – e seguir construindo autoridade do seu jeito.

#5. Não interagir com os seus seguidores

Mesmo com as limitações éticas – como a proibição de consultas online fora dos parâmetros da telemedicina –, ainda é essencial interagir com o público nas redes. Ignorar comentários, perguntas e mensagens diretas pode transmitir frieza ou desinteresse, e é um erro bem comum dos médicos nas redes sociais.

Você pode (e deve):

Essa interação, quando bem conduzida, aumenta o engajamento nas redes sociais e aproxima os seguidores do consultório.

Extra: não integrar redes sociais e rotina de atendimento

Um erro que passa despercebido por muitos médicos é tratar o que acontece nas redes sociais como algo isolado da prática clínica. Mas o digital e o presencial caminham juntos – e quando essa integração acontece, os resultados aparecem.

Vale lembrar que pacientes satisfeitos costumam comentar sobre isso nas redes, deixando avaliações positivas no Google e recomendando o profissional para outras pessoas. E essa percepção não vem só do atendimento em consultório, mas também da forma como você se comunica online.

A humanização do conteúdo é um reflexo da humanização no atendimento e vice-versa. Por isso, estimule seus pacientes a te seguir, mencione as redes sociais quando estiver presencialmente com eles e esteja atento ao que comentam por lá.

Quando você conecta o que publica com o que entrega no dia a dia, cria uma experiência mais coerente, fortalece sua reputação e contribui para a construção de autoridade digital.

Como evitar os erros mais comuns dos médicos nas redes sociais com ajuda especializada

Quer evitar esses erros e construir uma presença nas redes com segurança, ética e resultado? A Santé é especialista em marketing médico e pode te ajudar a transformar seu perfil profissional com estratégia, planejamento e total conformidade com as normas do CFM. Fale com a gente!

*Conteúdo atualizado em julho de 2025.

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